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Marca também é produto. Construa uma e venda!

Autora: Amalia Sina - 10/11/2011


São milhões que você pode colocar no seu bolso no momento da venda de uma marca. Isto mesmo! Basta que você construa uma marca e venda-a no mercado por um bom dinheiro. As teorias apontam para que a área de marketing construa marcas para serem perpetuadas e que seja o valor intangível de uma empresa. Entretanto, perpetuar a marca não significa ficar com ela para sempre, pois pode ser uma alternativa viável construir para vendê-la na sequência, ou seja, quando estiver valendo alto preço aos olhos do consumidor e cliente.

Em geral, há um apego brutal às marcas e, por consequência uma dificuldade por parte dos gestores, de abrir mão das mesmas, ainda que isto represente um excelente negócio sob o ponto de vista financeiro. Há exceções, mas este assunto raramente passa pela cabeça de quem é de marketing.

Chega a se ter um preconceito inconsciente de que se uma marca foi vendida é porque a empresa não conseguiu ir adiante com seus planos. Ou ainda, que teve que vender porque quis se desfazer da mesma, pois havia algum problema de caixa na empresa. Desde quando vender é sinônimo de se desfazer de algo? Vender é também a alma dos negócios.

Pode ser que a marca tenha sido intencionalmente criada e construída para ser vendida. De caso pensado! Isto me parece bastante razoável e uma tendência. Em adição, por trás de uma marca vem, um arcabouço de qualidades que irão se transformar em outros atributos em novas mãos, dando sequência a sua perpetuação.

Quem tem sido mestre em fazer isto são as agências de propaganda e os pequenos e médios empresários. As agências porque conhecem o valor intangível das marcas e o poder da comunicação como estratégia para ajudar na construção das novas entrantes. Lançam mão de campanhas de propaganda e em pouco tempo anunciam através de seus clientes, a venda de marcas recém-criadas. Não faltam exemplos de sucesso no mercado.

Já os pequenos e médios empresários às vezes vendem marcas como opção de crescimento. Já em outros momentos, podem ainda receber propostas milionárias de grandes corporações que começam a ficar incomodadas com o crescimento de marcas que podem ameaçá-las.

Seja como for, analisar o valor da marca sob o ponto de vista financeiro, pode ser uma boa idéia, antes mesmo do nascimento dela. Analisando assim, é bom começar a registrar marcas que tenham potencial para se tornarem estrelas num futuro breve.

*Amalia Sina é reconhecida como uma das mais bem sucedidas executivas brasileiras de sua geração. Foi presidente da Philip Morris do Brasil, da Walita do Brasil e vice-presidente da Philips para a América Latina. Com MBA em Marketing pela FEA/USP e Pós-graduada em Gestão pelo Triton College, Chicago, hoje comanda a sua própria empresa, a Sina Cosméticos. É autora dos livros “Mulher e Trabalho” e “Marketing Global – Soluções Estratégicas para o Mercado Brasileiro”.

Fonte: http://www.mundodomarketing.com.br/

* Construção de Marca.

No mercado o setor de marketing visa estimular a demanda por um determinado produto ou serviço, envolvendo ações de branding na construção e posicionamento de uma marca.

Produto que não tem marca é considerado commoditty ou item genérico, que depende somente do preço para agregar algum valor ao produto.

Além da tipologia da marca é necessário construir uma significação para ela, algo que associe ao desempenho e valor que o produto/marca pretende induzir no consumidor.
Após escolher o nome da marca, inicia-se umtrabalho que elaboração de identidade visual e conceitual.

O nome da marca deve ser coerente com o valor do produto, se o produto é de alta qualidade, a marca não deve fazer lembrar algo de ruim ou de baixa qualidade.

A marca escolhida por uma empresa pode ter origem no nome do fundador da empresa, de um local, atributo do produto, estilo de vida ou inventado, veja exemplo:

Nome do fundador: Honda;
Nome de um local: American Express;
Atributo: Sonoleve;
Estilo de vida: Sempre Livre;
Inventado : Exxon.

A marca deve evocar sobre os benefícios do produto, da qualidade, ser curta e fácil de pronunciamento, ser única e original e não apresentar problemas de tradução homônima em outras línguas.

Além dessas características deve expressar o valor da empresa que a fabrica, a personalidade e sugerir o tipo de usuário que se identificará ao comprá-la.

Por Fernando Rebouças
Fontes: Kotler, Philip. Marketing Para o Século XXI : como criar, conquistar e dominar mercados. São Paulo, Futura, 2000.

* Marcas: Por que e quando mudar?

Mudar a marca de uma empresa parece ser fácil devido ao fato de que, hoje, há tecnologias, meios e processos que permitem uma troca de qualquer lugar, em qualquer momento, e com uma mudança às vezes menos drástica.
Em pequenas e até em médias empresas, esta decisão pela troca da identidade é feita pelo proprietário.
Neste caso, modificar uma marca torna-se tão fácil quanto falar.
O perigo desta atitude pode ser a descaracterização da empresa e a perda de sua identidade perante o seu público.
Por outro lado, uma mudança na marca pode marcar a mudança no posicionamento de uma companhia no mercado, uma nova comunicação, além de ser a principal medida tomada por empresas que querem se tornar contemporâneas, atuais, modernas e acreditam que, neste processo, fazer uma plástica dá resultado.
Recentemente, a rede de drogarias Onofre mudou a sua marca. Segundo a Gerente de Marketing da empresa, Ana D’arco, desde 2003 o conceito da drogaria vem sofrendo mudanças com a idéia de não lembrar apenas doenças.
A Onofre Drogaria planejou cuidadosamente a mudança que não foi somente na marca. Além da fachada, a rede apresenta mudanças no ponto-de-venda e na sinalização das lojas. “É importante que tenha uma seqüência lógica, uma base.
A nossa mudança foi natural e de dentro para fora”, conta Ana D’arco em entrevista ao Mundo do Marketing.
Fazer parte de um posicionamento estratégico é um dos motivos que levam uma empresa a mudar a sua marca. Esta alteração não pode e não deve ser uma atitude tomada de forma isolada, segundo Raphael Muller, gerente de marketing da Resultado Consultoria.
“A mudança tem que estar alinhada com os objetivos estratégicos da empresa”, alerta.
Desta forma, ao acompanhar as tendências do mercado moderno, as empresas devem ficar de olho nas oportunidades, mudar quando for preciso, mas dentro de uma estratégia estudada de novo posicionamento.

Thiago Terra

* Como escolher um nome para a sua empresa?

Poucos dão a importância que o assunto merece.
Aqui você encontra regras práticas para escolher um nome para a sua empresa.
Há muitos comentários e "achismos" sobre como escolher um nome para a sua empresa...
Se você está querendo por um nome na sua empresa é muito provável que você creia que é um problema pontual, do momento.
A realidade é outra bem diferente: você está colocando um nome na história que você mesmo vai contar daqui a uns anos.
O nome que você vai colocar será dito inúmeras vezes, e se confundirá com sua própria história como empresário. Esse nome será dito na ocasião do registro, para cada um dos seus clientes, para cada um dos seus empregados, inúmeras vezes, por um número incontável de pessoas, a cada dia, todos os dias.
O nome será a sua história, e se você fizer as escolhas certas e tiver sorte, será uma grande história de sucesso.

O nome da sua empresa serve para:
- diferenciá-lo dos seus concorrentes, conectar-se com o seu mercado alvo, ajudar a construir a sua marca, facilitar a escolha dos seus clientes.
Basicamente só há três regras, que fazem sentido, na escolha de um nome para a sua empresa, e são exatamente estas três regras o assunto deste BES.

1º Regra:
O nome da sua empresa precisa ser memorável.

a. O nome escolhido se distingue ou se sobressai frente aos dos concorrentes? Tal como a sua oferta, o nome da sua empresa também precisa sobressair, sair do lugar comum, precisa ser distinto. O nome da sua empresa não pode ser genérico. Nomes comuns, negócios comuns! E você quer fugir disso, não é mesmo?

b. O nome da sua empresa pode substituir o nome da sua oferta? Tal como gilete, xérox, kodak, etc.?

c. O nome da sua empresa é original? O nome da sua empresa não pode estar sendo usado por outra empresa, com ofertas semelhantes ou para mercados semelhantes.

d. A primeira impressão é a que fica. O nome que você escolheu causa uma primeira e boa impressão?

e. O nome que você escolheu tem um significado, ou um conjunto destes, para o seu mercado, que ajuda o posicionamento da sua empresa?

f. O tom e a força do nome escolhido ajudam a alavancar o nome da sua empresa?

g. O nome da sua empresa é fácil de ser memorizado?

h. O nome da sua empresa é fácil de ser lembrado? Estas duas últimas perguntas parecem ter o mesmo significado, mas são diferentes: enquanto a primeira diz sobre a facilidade do nome ser guardado, a segunda diz sobre a facilidade de o nome ser recuperado ou lembrado.

i. Você está colocando o seu nome como nome da empresa? Se sua empresa está atrelada fortemente ao seu desempenho, tem um cunho individual e personalista, se o seu negócio pode vir a se tornar célebre pela sua atuação incomparável, só sua, por exemplo:
- um restaurante, - um hospital, - um escritório de advocacia,
você pode colocar o seu próprio nome. Lembre-se, você venderia um restaurante, um hospital ou um escritório do que quer que seja que tenho o seu nome? Neste caso, seu negócio também deve ser também um negócio para toda a vida.

j. Você está colocando um nome local, ou um nome que identifica a geografia local, ou da região onde ela vai ser aberta? Isto pode vir a ser um obstáculo para atuações intermunicipais, interestaduais e internacionais. Qual é a sua proposta?

k. O nome da sua empresa é o mesmo do nome do seu sítio ("site") na Internet, estabelecendo uma presença única, consistente, distinta e fácil de ser lembrada e procurada?
2º Regra:O nome da sua empresa deve descrever o seu negócio.

l. O nome que você escolheu, ele por si só, já permite que você comunique com o seu mercado algo a respeito da sua empresa?

m. A distinção do nome escolhido, frente aos concorrentes, está aderente à sua oferta?

n. A consistência e integridade da experiência vivida pelos seus clientes pela fruição da sua oferta dão substância à construção e fixação diária do nome da sua empresa e da sua marca?

o. O nome da sua empresa será a sua marca? O nome da sua empresa tornará a sua empresa localizável facilmente, em todos os mecanismos de buscas na Internet, como nas listas telefônicas.

p. O nome da sua empresa e a sua marca, ao longo do tempo, farão com que o seu processo de compra e venda, no seu mercado de atuação, seja mais fácil, rápido e barato?

q. O nome da sua empresa e a sua marca, uma ajuda à outra, num processo que muda ou distingui a sua comunicação com o seu mercado?

r. O tom e a força do nome escolhido ajudam a alavancar os serviços que ela vai oferecer?

s. O nome escolhido é bem recebido pelo seu mercado alvo?

t. O nome escolhido é dirigido ao seu mercado alvo? O nome da sua empresa não precisa deixar você feliz.

u. O nome da sua empresa diz algo sobre as necessidades e desejos do seu mercado de atuação?

v. o nome da sua empresa ajuda a definir e propagar o seu negócio?

w. O nome da sua empresa faz as conexões e sinapses na cabeça dos seus clientes, e clientes potenciais, de tal forma que, na oportunidade dele precisar do que você produz ou vende, ele pense em sua empresa?

x. O nome da sua empresa lembra os benefícios que a sua empresa oferta? O nome da sua empresa não é semelhante ou parecido com uma série de outras empresas, ou negócios, ou ofertas...

3º Regra:
O nome da sua empresa deve ser curto.

y. O nome da sua empresa é curto?
Para o nome da sua empresa, menos é melhor.

z. O nome da sua empresa é fácil de digitar?

Carlos Faria

* Logotipo ou Símbolo

Apesar do título, esse artigo não é para discutir nomenclatura, se é logomarca, marca, logotipo, etc, apesar de eu concordar com a Ana Luísa Escorel em seu livro, O Efeito Multiplicador do Design, que o termo logomarca é errado.

Esse artigo é sobre a estratégia de uso de Logotipo (apenas texto) ou Símbolo/Signo Gráfico para representar uma marca, produto ou serviço.
Qual estratégia é melhor?
Quando usar uma ou outra?
Em linhas gerais, utilize um símbolo ou signo gráfico quando:

· Seu nome for muito genérico, não traduz bem o posicionamento da empresa ou é fraco em personalidade.
· Precisa de um emblema no produto (como um tênis, por exemplo).
· É preciso ligar subsidiárias à matriz e por algum motivo não se pode ou não se quer utilizar nomes.
· Tem ou pode investir em uma mídia abrangente, que ensine o público o que o símbolo significa.Escolha um logotipo quando:· Seu nome for moderadamente diferente mas não ainda uma palavra familiar.
· Desejar associar produtos ou filiais com a matriz mais claramente e diretamente do que um símbolo permite.
· O investimento em comunicação for limitado e deve focar no reconhecimento do nome.

De qualquer forma, o uso de um logotipo ou um símbolo tem que estar de acordo com conceitos estudados pelo designer gráfico e com a estratégia da empresa.
Até por isso, vemos várias marcas tendo seus elementos visuais alterados de tempos em tempos, para atingir os resultados desejados muitas vezes por mudança de estratégia interna, novas mídias, entre outras.
Pedro Assumção

* Sobre Design Gráfico e Marcas

Design Gráfico
Criação de conceitos estéticos que visam solucionar visualmente, de maneira eficaz e atrativa, a representação de uma idéia ou mensagem.
Design Gráfico é a ferramenta usada para atribuir qualidade e diferencial a uma marca num mercado competitivo.
“Atividade intelectual, técnica e criativa relacionada não apenas com a produção de imagens, mas com analise, a organização e os métodos de apresentação de soluções visuais para problemas de comunicação”.

Marca
Representação gráfica e emocional de uma empresa ou produto, que contém elementos necessários para a diferenciação perante seus concorrentes. A marca deve corresponder às expectativas das pessoas, que têm uma tendência natural a buscar aquilo com o que se identificam.
A marca deve refletir e interagir com quem consome seus produtos ou serviços.

Branding
Conjunto de ações destinadas à construção e consolidação de uma marca no mercado.
O Branding tem o propósito de fazer com que as pessoas lembrem de uma marca e façam uma associação positiva a ela, persuadindo a seleção de um produto e reforçando o valor e a satisfação que o consumidor vai ter ao adquirí-lo.
O Branding vai além da comunicação visual de uma marca, trabalha sua personalidade, seus valores, suas características e benefícios.

Logotipo
Abreviadamente logo, é um dos elementos na criação de uma marca.
Logotipo é a sua representação gráfica que tem personalidade própria e elementos visuais com desenho e estilo característicos.

Logomarca
Termo redundante, pois, etimologicamente, pode ser traduzido como o significado do significado.
Logomarca é um neologismo que já foi incorporado como sinônimo do termo logotipo pelos grandes dicionários em decorrência da popularização do termo no mercado.

Redesign / Renovação de Marca
Uma adequação, uma nova criação, para comunicar de forma mais eficiente as características e os benefícios da empresa.
A renovação da marca faz-se útil para situações de reposicionamento, redirecionamentos e maior exposição ou atualização da marca no mercado.

* Ganhe dinheiro fazendo logomarca! ou será logotipo? rs

Cliente:- Oi, eu queria um logo pra empresa que estou abrindo.
Ouvi dizer que sai por uns duzentinhos. Quanto você cobraria?

Designer:- Depende. Para o que o senhor quer o logo?

Cliente:- Ora essa, para usar nas coisas da minha empresa.

Designer:- Coisas…?

Cliente:- Cartões, notas, catálogos, website, uniformes, fachada, etc.

Designer:- Entendo, mas para quê o senhor quer por um logo em tudo isso?

Cliente (já estressado):- Ora, para todo mundo reconhecer minha empresa, para as pessoas verem esse logo e imediatamente saberem que é minha empresa, tipo a Nike ou a Coca-Cola.

Designer:- Ué, mas o nome não é o suficiente? O senhor precisa gastar mais para ter um desenhinho no cartão e na fachada?

Cliente (pocesso):- Caramba, mas que tipo de designer você é? É lógico que precisa ter uma marca, um logo, uma imagem, que todo mundo vai lembrar e que vai me ajudara vender mais. Que vou poder por apenas isso em um monte de lugares e vai ser o suficiente para se fazer um marketing viral e vou economizar muita grana em anúncio e propaganda. Que todo mundo vai olhar e lembrar dos meus produtos.

Designer:- Então o senhor sabe muito bem o valor do que quer e do que está pedindo. Sabe que um logo bem feito não é só um desenhinho e que vai agregar valor a sua empresa e consequentemente aumento de vendas e faturamento. O senhor está adquirindo um produto tão importante quanto as suas máquinas e seus funcionários pois vai ser a cara, a identidade visual do seu negócio. O valor é R$ 10.000,00.

Moral da história: é importante que o cliente reconheça o valor e a importância do trabalho pedido, o que muitas vezes não acontece.

* A importância dos registros de marcas e patentes no Brasil

Com a globalização do mercado, o acirramento da competitividade e o fácil acesso às tecnologias, os produtos de uma mesma categoria tendem a igualar-se cada vez mais.
Pior é que, na batalha contra a recessão, o preço acaba por tornar-se a única distinção entre eles.
Os consumidores percebem as marcas como se fossem pessoas, ligam-se a elas no mesmo processo de envolvimento de pessoa para pessoa.
Para que se estabeleça um vínculo forte e duradouro, é fundamental que haja coerência na história do relacionamento marca-consumidor.
Infelizmente, a cultura empresarial brasileira nunca se preocupou muito com o registro de marcas e com a própria genética das marcas.
As dificuldades econômicas aceleram a ansiedade dos homens de negócios por resultados em curto prazo.
Essa urgência de resultados, muitas vezes faz com que o empresariado ignore a necessidade do registro da sua marca e até mesmo esqueça o seu compromisso básico com a coerência genética das marcas anunciadas.
Por isso, justifica-se o monopólio provisório que a Lei outorga aos criadores, sem o qual não haveria incentivo à pesquisa e a técnica não avançaria.
Se as grandes empresas do setor de informática e farmacêutico, por exemplo, não vislumbrassem a possibilidade de explorar comercialmente determinado chip ou remédio criado em seus laboratórios, fruto de investimento em tecnologia e recursos humanos, então, qual seria a vantagem econômica desse trabalho e o retorno desse investimento?
Quando muito, haveria um benefício social, todavia, não haveria um retorno mínimo ao investimento financeiro feito.
Qual seria o sentido do empresário investir em tecnologia, sem garantias mínimas de retorno financeiro de seu investimento, diante da possibilidade de suas criações serem copiadas e usufruídas por empresas concorrentes?
Assim, tem-se que o monopólio temporário assegurado pela Lei às criações é garantido de retorno financeiro a um trabalho inventivo e ao desenvolvimento da técnica.
As marcas, as patentes de invenção e/ou modelo de utilidade, os desenhos industriais, os logotipos, as denominações de origem e as indicações geográficas formam um conjunto de direitos, verdadeiro patrimônio, denominado propriedade intelectual.
Portanto, é de vital importância a proteção às marcas e às patentes, seja no âmbito nacional e/ou internacional, para que as empresas operantes tenham seus direitos de propriedade intelectual plenamente garantidos.
E nisso reside a necessidade de se registrar uma marca e uma invenção, visto que na ausência de registro, o empresário corre grave risco de seu concorrente registrar para si aquela marca ou aquele invento, tornando-se dono de um patrimônio para o qual não contribuiu, podendo, inclusive, checar ao cúmulo de impedir que o verdadeiro criador da marca ou do invento de utilizá-los.

Dr. Nelson Arini Júnior
New Company Marcas e Patentes - Departamento Jurídico