Infográfico
Fonte: https://www.linkandgrow.pt/blog-inbound-marketing/infografico-saiba-tudo-sobre-esta-poderosa-ferramenta
Infográfico: se este nome não lhe é familiar, recupere o tempo perdido. É um peão fenomenal no tabuleiro da comunicação, que desperta interesse para ser lido, o que nos tempos de hoje nem sempre é fácil e é a grande ambição. Nesta aldeia global, com informação disponível a todo o momento, em todo o lado, o segredo está em captar a atenção para conseguir comunicar. Queremos que estejam disponíveis para nos ouvir, para nos ler. Sem dúvida que o que importa é a qualidade do que se transmite, a qualidade do conteúdo, se é relevante, original, rico, mas a forma como este se apresenta ajuda bastante, pode até ser determinante para o conseguir. Diversificar a forma como o conteúdo é difundido é uma estratégia. Quanto mais diversa for a forma como se comunica, quanto mais interessante se tornar o conteúdo, mais facilmente é transmitido. É nesta linha de ação que o uso de infográficos é uma arma poderosa, aposta segura numa estratégia de marketing de conteúdo. Um infográfico bem feito tem muito mais interesse do que apenas um texto longo e linear, tem 30 vezes mais hipóteses de ser lido do que um artigo e gera, em média, um aumento de 12% de tráfego no site. Por ser um conteúdo fácil de ser consumido e cheio de vantagens é usado pelas empresas, numa estratégia de inbound marketing, para atrair visitantes para o site, gerar leads e estreitar o relacionamento com os seus potenciais clientes. Um bom material rico, além de gerar valor para as suas leads, pode construir e fortificar um relacionamento. Aposte neste material rico, só tem a ganhar!
MAS AFINAL O QUE SÃO INFOGRÁFICOS?
Os infográficos são representações visuais que unem textos breves com figuras, ícones, imagens e/ou esquemas com o objetivo de explicar uma ideia ou conteúdo de uma forma mais dinâmica, apelativa e fácil de entender. O uso simultâneo e complementar de texto com gráficos e ilustrações bem como o seu formato visual bem definido e repartido facilita a leitura e a compreensão da informação.
Um infográfico, como mistura texto com imagens, estimula os dois lados do cérebro, o direito – responsável por entender e interpretar figuras – e o esquerdo – voltado ao raciocínio lógico e à escrita. Essa combinação torna a leitura mais fácil do que a compreensão dos elementos isolados.
Os infográficos são assim uma ferramenta poderosa para comunicar porque apresentam informações de forma visual e de fácil compreensão, sintetizam o conteúdo para uma aprendizagem rápida e prática; simplificam dados complexos e transmitem uma ideia de forma descontraída e divertida.
Inserido numa estratégia de marketing de conteúdo, o uso de infográficos só traz vantagens: é fácil de partilhar, gera leads e qualifica-os, educa clientes - tornando-os mais informados e exigentes, bem como fortalece o reconhecimento da marca.
SABER PARA QUEM SE COMUNICA E O QUE SE QUER COMUNICAR É A CHAVE DO NEGÓCIO
Numa estratégia de marketing de conteúdo é fundamental que o conteúdo produzido seja adequado ao público-alvo, no fundo às personas a quem se dirige, na fase em que se encontram no funil de vendas. Não importa um infográfico visualmente bem conseguido, com uma escrita irrepreensível, se o conteúdo não foi pensado para ninguém, se não houve nenhum planeamento nesse sentido. O segredo é esse, escrever para as personas certas, indo de encontro aos seus problemas, às suas dores, acertando nas suas necessidades. Aí é que o infográfico tem o seu valor, se for útil.
Este é o primeiro passo para fazer um infográfico. Definir para quem se comunica e o que se quer comunicar. É fundamental fazer as seguintes perguntas:
Para quem quero fazer o meu material? É importante perceber e definir quem é a persona que deseja que leia o seu infográfico.
Quais são as dores que essa persona possui? Pense nas principais dificuldades que ela enfrenta atualmente e como poderiam ser resolvidas. Aponte todos esses problemas da sua persona e quais as informações que seriam úteis para os resolver. É nessas informações que reside o valor do infográfico que vai produzir.
Porque quero fazer este material? Está a fazer um infográfico para atrair leads do topo do funil ou quer usá-lo para converter os leads atuais em vendas? Ter um objetivo bem claro irá ajudar a focar no que realmente é importante para partilhar.
Assim que tiver as respostas, mãos-à-obra e elabore o seu infográfico.
TRÊS IDEIAS CHAVE PARA UM INFOGRÁFICO DE SUCESSO:
Seja focado: concentre-se no assunto/tema/ideia que quer comunicar;
Seja organizado: coloque os elementos de forma estruturada e integrada, de modo a que conduzam a leitura e não haja confusões.
Seja visual: conjugue elementos informativos e visuais, torne o seu conteúdo atrativo, interessante e fácil para quem lê. 90% das informações transmitidas ao nosso cérebro são visuais.
DESCOMPLIQUE, SIGA ESTES 6 PASSOS E PRODUZA UM INFOGRÁFICO
Identifique um tema relevante, tendo sempre em perspetiva para quem está a produzir o infográfico, quais os seus problemas, de que forma é que o seu conteúdo lhe vai ser útil.
Pesquise dados e informações. Pesquise dados, números, exemplos, estatísticas e informações para o seu conteúdo. Quanto mais informações, mais rico será o material.
Esquematize as suas ideias e a ordem de apresentação. Estruture o pensamento, organizar as suas ideias é tão importante quanto tê-las. Pense na ordem da informação, no que é mais importante de transmitir e como pode segmentar o conteúdo para ser mais facilmente compreendido.
Estude o design, pense na forma como vai posicionar os diferentes elementos e como o seu conteúdo pode ser representado visualmente. Defina as cores (bem como as suas diferentes tonalidades), o tipo de letra e o seu tamanho, o tipo e a quantidade de imagens (uma imagem é compreendida 60 mil vezes mais rapidamente), bem como os ícones e gráficos que serão os mais ajustados para transmitir o conteúdo. Pode parecer mas isto não é um nenhum bicho-de-sete-cabeças! Existem muitos softwares, pagos e gratuitos, bem como sites, onde pode criar o seu infográfico. Possuem um conjunto de ferramentas que facilitam este trabalho. Pesquise o mais adequado para o seu projeto. Vai ver que assim é canja!
Insira links, pelo menos links para as redes sociais (facebook, twitter, linkedin,…) e website. Esta medida fomenta a credibilidade porque permite a qualquer pessoa facilmente perceber quem produziu a informação e ao mesmo tempo contribui para que os seus outros conteúdos, por exemplo, posts de blog, sejam disseminados, atraindo mais visitantes.
Revisão final: Verifique atentamente todo o conteúdo para corrigir possíveis erros antes de publicar. Este é um material que vai contribuir para a sua credibilidade e para a sua imagem, tenha brio e seja rigoroso.
SEJA CRIATIVO, COMUNIQUE VISUALMENTE.
Quando se fala de infográficos, sendo uma representação visual, o design assume uma grande importância. Que preocupações devem ser tidas em conta quando se compõe um layout de um infográfico?
Respeitar a ordem e hierarquia das informações. O design deve tornar clara a ordem de leitura das informações bem como a importância de cada uma delas.
Criar um fluxo lógico que seja fácil de seguir, que simplifique a compreensão.
Usar elementos e objetos que destaquem as informações.
Usar figuras, ícones, imagens, esquemas, gráficos e/ou ilustrações que tornem o conteúdo visual, que auxiliem na sua interpretação ou que o simplifiquem.
Colocar espaços vazios para arejar. Ajudam a assimilação das informações e servem como descanso para os olhos.
Balancear textos e objetos. Tem que haver uma gestão gráfica dos elementos para que exista um equilíbrio visual.
Seleção cuidada das cores. O uso de cores melhora em 40% a leitura e um elemento visual colorido aumenta até 80% a vontade de ler pelo que facilmente se percebe quão importantes são as cores. Contudo da mesma forma que são um aliado fenomenal, se forem mal aplicadas também podem contribuir para um desincentivo na leitura. Por exemplo, quando as cores aplicadas não têm grande legibilidade, o mais provável é que quem está a ler se canse e desista. Por outro lado, há que ter em atenção que as cores transmitem sensações, estão associadas a conceitos pelo que a sua escolha tem que ser feita em função do conteúdo e do público-alvo. Por exemplo, cores frias transmitem calma e profissionalismo, cores quentes são usadas para refletir paixão, felicidade, entusiasmo e energia.
Com toda esta informação, já não tem desculpas, produza um infográfico de sucesso com as dicas que lhe deixamos. Se quiser, dê uma vista de olhos neste nosso infográfico e ganhe ideias para si! Aposte neste material rico e só vai ter vantagens: mais visitas no seu site, mais leads e cada vez melhor qualificados e um relacionamento mais forte com os seus clientes. Conte sempre connosco para esclarecer qualquer dúvida que tenha e diga-nos o que pensa. Queremos ouvir a sua opinião!
Fonte: https://www.linkandgrow.pt/blog-inbound-marketing/infografico-saiba-tudo-sobre-esta-poderosa-ferramenta
O Design Inserido no Planejamento Estratégico das Empresas.
Por: Ornaldo José
Uma imagem
corporativa bem construída deve transmitir uma mensagem única, tornando visível
o posicionamento da empresa e transmitindo conceitos ligados a ela. Nesse
sentido o design gráfico assume uma importante função, uma vez que ele é uma
das ferramentas responsáveis pela construção de uma imagem corporativa forte
através de um programa de identidade corporativa eficaz e também por toda a
concepção visual dos valores da empresa.s
É neste contexto que
surge uma questão importante a ser discutida, a respeito da importância de se
integrar a ferramenta design gráfico ao planejamento estratégico de uma
empresa, para que ela usufrua deste diferencial da melhor maneira possível,
visando otimizar seus resultados mercadológicos.
FERNANDES (2003)
define planejamento estratégico como sendo “o conjunto de ações desenvolvido de
forma consciente e coordenada visando, a longo prazo, colocar a empresa em
vantagem perante seus concorrentes”.
Neste sentido, o
processo de planejamento estratégico de uma empresa deve envolver todos os seus
setores, buscando não apenas atuar sobre sua imagem corporativa, mas também
sobre a qualidade de seus produtos e serviços ofertados ao mercado. Assim, é
importante integrar o design gráfico neste contexto, pois, como observa
MAGALHÃES (1995), o processo de design deve ser capaz de definir requisitos do
produto (bem ou serviço) a partir de dados originados de um contexto mais
amplo, em que o design se insere.
Mais especificamente,
o processo de design gráfico está presente em todas as atividades industriais
necessárias para se produzir e vender um produto ou serviço.
O design gráfico
destaca o consumidor, o usuário e a própria sociedade como seus beneficiários,
buscando equilibrar as necessidades do mercado, a capacidade de produção e a
sociedade.
Dessa forma sendo o
design gráfico uma atividade multidisciplinar que se correlaciona com outras
áreas de fundamental importância no planejamento estratégico de uma empresa, é
importante que ele esteja presente em toda a etapa de concepção e desenvolvimento
de projetos de design gráfico, como por exemplo a identidade corporativa, e não
somente em seus momentos finais.
Conforme teoriza o
designer americano ROBERT BLAICH (1996), o design passa a atuar, dentro desse
sistema complexo e altamente multidisciplinar, como um elemento de integração,
uma ponte que liga e traduz diversas linguagens (que são as diversas áreas de
conhecimento envolvidas), em uma só: qualidade final do projeto e a satisfação
do cliente.
Do contrário, o
resultado será uma comunicação superficial e descontinuada, cumprindo apenas a
sua função visual de ser agradável aos olhos, mas esquecendo-se do principal,
que é transmitir mensagens de maneira eficiente e gerar valor aos consumidores.
autor: Ornaldo José
Que vença o melhor do melhor!
A concorrência gera o aperfeiçoamento do produto ofertado.
Por: Ornaldo José - Abril de 2012
Nos dias atuais, no mundo dos negócios, continuar competindo passou a ser sinônimo de sobrevivência. Enquanto grandes empresas buscam fatias cada vez maiores do mercado, as empresas de pequeno porte se preocupam com a sobrevivência. Não basta apenas se preocupar com os concorrentes atuais, precisamos nos preocupar com os concorrentes que ainda estão por vir, puseram de novo para alugar o espaço ao seu lado... Enquanto muitas fecham, outras prosperam e crescem com pessoas preparadas e cheias de gás para queimar! Existem empresas que estão agindo no silencio e nós nem percebemos, quando nos damos conta, elas já estão “bombando”, ou seja, fazendo sucesso, firmes e fortes ganhando cada vez mais mercado e com isso influenciando os seus clientes à migrarem. Mas como competir de forma eficiente e se manter firme e forte num mercado tão acirrado? Não basta ser muito bom onde muitos são bons, tem que se diferenciar e buscar sempre sair na frente, ser sempre o melhor, ser a referência. Mas como?
Por: Ornaldo José - Abril de 2012
Atualmente a economia anda aquecida e a inflação está em alta devido ao forte crescimento do consumo, porem a competição entre as empresas continua em alta e é bastante acirrada, e como nos destacar na concorrência?
Nos dias atuais, no mundo dos negócios, continuar competindo passou a ser sinônimo de sobrevivência. Enquanto grandes empresas buscam fatias cada vez maiores do mercado, as empresas de pequeno porte se preocupam com a sobrevivência. Não basta apenas se preocupar com os concorrentes atuais, precisamos nos preocupar com os concorrentes que ainda estão por vir, puseram de novo para alugar o espaço ao seu lado... Enquanto muitas fecham, outras prosperam e crescem com pessoas preparadas e cheias de gás para queimar! Existem empresas que estão agindo no silencio e nós nem percebemos, quando nos damos conta, elas já estão “bombando”, ou seja, fazendo sucesso, firmes e fortes ganhando cada vez mais mercado e com isso influenciando os seus clientes à migrarem. Mas como competir de forma eficiente e se manter firme e forte num mercado tão acirrado? Não basta ser muito bom onde muitos são bons, tem que se diferenciar e buscar sempre sair na frente, ser sempre o melhor, ser a referência. Mas como?
Organização.
Segundo Maximiano(1992)1 "uma organização é uma combinação de esforços individuais que tem por finalidade realizar propósitos coletivos. Por meio de uma organização torna-se possível perseguir e alcançar objetivos que seriam inatingíveis para uma pessoa.
Uma grande empresa ou uma pequena oficina, um laboratório ou o corpo de bombeiros, um hospital ou uma escola são todos exemplos de organizações."
Uma grande empresa ou uma pequena oficina, um laboratório ou o corpo de bombeiros, um hospital ou uma escola são todos exemplos de organizações."
Toda empresa requer um mínimo de organização, daí o nome “organização”, comece por ai, para que possamos ter sucesso temos que trabalhar de dentro para fora, como se diz um dito popular, “Costume de casa vai à praça”, que é uma verdade, uma empresa limpa, organizada e bem setorizada anda bem mais fluída e minimiza bastante os tropeços do percurso, evitar o desperdício também faz parte da organização, saber delegar tarefas à determinados colaboradores reduz a sobrecarga para o administrador que poderá desprender mais tempo para tarefas de punho estratégico e decisivo.
Nas minhas consultorias vejo muitas empresas nascerem com vontade de crescer mais se esquecem desse primeiro passo, organizar de dentro para fora e algumas acabam fechando ou deixando de crescer como poderiam, o simples fato de não crescer no tempo certo pode resultar em uma fadiga e um posterior fracasso.
Inspiração.
Procure inspirar-se nas maiores e melhores, os times que estão ganhando, busque estudar as estratégias dos vencedores, analisar com o olhar externo é sempre muito positivo, pois conseguimos enxergar as qualidades e defeitos existentes, dessa forma dá pra seguir algumas formulas, aplicar melhorias com um toque pessoal de forma bem original. Avalie a qualidade dos produtos vendidos no concorrente, quantidade, apresentação e o atendimento. Verifique qual é o produto mais pedido ou comprado, assim você pode ter ideias inovadoras para novos produtos ou simplesmente melhorar os já existentes.
Motivar e ser motivado.
Devemos buscar nos motivar sempre, lendo, pesquisando, dedique um tempo para a análise de mercado, dedique mais tempo para estudar e conhecer novamente sua empresa, faça cursos de reciclagem dentro de sua área de atuação, todo empreendedor deve manter o mesmo entusiasmo de gerir seu negócio de quando começou, o mesmo entusiasmo pelos produtos ou serviços prestados de quando esses foram idealizados, na verdade devemos sempre reinventalos. Quando se cai na rotina passa-se a acreditar que não precisa mais se renovar, que está tudo muito bom, que temos os melhores produtos do mercado, vendemos os nossos produtos ou serviços de maneira automática e não nos preocupamos mais com o que os nossos clientes pensam sobre os mesmos, deixando muitas vezes de escutar opiniões importantes para saber quando e o que mudar, vendemos de qualquer jeito, nossos argumentos viram frases frias e decoradas de forma automática e as vendas tendem a diminuir na mesma medida em que os nossos clientes vão se sentindo desprezados. Quando acreditamos no que fazemos, nos dedicamos, demonstramos e convencemos nossos clientes de que nosso produto ou serviço são de excelente qualidade, nesse momento devemos mostrar as nossas qualidades e nunca puxar o tapete dos nossos concorrentes, nessa hora devemos nos preocupar em oferecer o melhor aos nossos clientes. Todos nós percebemos quando algo é feito com amor, dedicação e cuidado e isso se reflete no produto.
Visões de qualidade do produto ou serviço.
São duas visões de qualidade do produto ou serviço, uma de quem vende (empresa) e outra de quem compra (cliente). Na visão do cliente, seu produto ou serviço deve se destacar pelo preço, design, disponibilidade, variedade, forma do atendimento, utilização, aplicabilidade, praticidade, versatilidade, garantia, e qualidade, sem esquecer que a qualidade é aquilo que o cliente enxerga como tal.
Na visão do empreendedor deve se destacar na forma de como o produto ou serviço é preparado, fabricado, embalado, manuseado, armazenado, apresentado, ofertado, vendido e entregue ao cliente, sem esquecer que esse produto ou serviço deve satisfazer e surpreender todas as expectativas do cliente. São duas visões distintas e que o empreendedor deve se atentar, a visão simplista da qualidade não conseguirá cativar ou satisfazer o cliente, pois ele esta cada vez mais exigente e consciente.
Na visão do empreendedor deve se destacar na forma de como o produto ou serviço é preparado, fabricado, embalado, manuseado, armazenado, apresentado, ofertado, vendido e entregue ao cliente, sem esquecer que esse produto ou serviço deve satisfazer e surpreender todas as expectativas do cliente. São duas visões distintas e que o empreendedor deve se atentar, a visão simplista da qualidade não conseguirá cativar ou satisfazer o cliente, pois ele esta cada vez mais exigente e consciente.
Se somado a todos esses quesitos existir um diferencial no atendimento o sucesso virá rapidamente.
Marketing estratégico “Informação e divulgação”.
Em se tratando em competir, que vença o melhor... Como? Primeiro não subjugue nenhum concorrente seu, seja ele representativo ou não. Descubra tudo que puder sobre os produtos e serviços que eles oferecem, a maneira que os divulgam e os apresentam ao mercado. Aprenda sobre é a política comercial das empresas, níveis de preços, produtos do seu nicho de mercado, e principalmente quem é seu público. Conheça principalmente seus clientes, para satisfazer seus clientes é preciso conhecê-los bem. Identifique suas preferências, hábitos e necessidades. Estabeleça um relacionamento mais firme, profundo e íntimo, deixe claro seu compromisso de atendê-los cada vez melhor e de forma cada vez personalizada. Mas não esqueça, a ética na competição é algo imprescindível.
Estruture-se para divulgar e apresentar seus produtos e serviços de forma que tanto seus futuros clientes, quanto os atuais conheçam seus pontos fortes, sua missão empresarial e seus valores.
Faça deste procedimento uma rotina, um hábito, pois seus clientes só irão gravar os valores de seus produtos e serviços se você estiver sempre aparecendo e se mostrando para o mercado, seja persistente, divulgue, divulgue e divulgue sempre e todos os dias, explore todas as ferramentas existentes nos dias atuais, desde flyers (panfletos) populares impressos e distribuídos manualmente de mão em mão, jornais, revistas, malas diretas, propaganda boca a boca, ligações, às mídias mais caras com tv e rádio, mais não se preocupe se algumas das mídias impressas, tv e rádio não estiverem ao seu alcance, hoje temos o veículo que mais cresce e ao alcance de todos nós, sim é essa mesmo em que você esta navegando, a internet, uma mídia de grande e poderoso alcance, explore bastante, pois é de baixíssimo custo.
Design e suas facetas, onde elas entram?
Como enfatizar tudo isso aos olhos do consumidor, pessoas que vêem a empresa que representa o produto que esta sendo ofertado? É nessa hora que entra o Design Gráfico, ele é o responsável de aplicar no material impresso todas as campanhas de publicidade e propaganda desenvolvidas para as empresas por publicitários e profissionais do marketing, além de todo o material institucional de divulgação, que são eles; Identidade coorporativa, brand, cartões de visita, catálogos, folders, flyers, embalagens de produção impressa e etc, já Design de Produto fica responsável em projetar o mesmo propriamente dito, seja ele em escala industrial ou artesanal, além de auxiliar no desenvolvimento do produto intangível que conhecemos como serviço, já a função da ferramenta de Web Design é apresentar os dois anteriores virtualmente de forma a levar todas as informações até o cliente, onde ele estiver, o design em sua essência é uma ferramenta de concepção, construção e conceitualização do produto ou serviço, mais sem sombras de duvidas ela é principalmente conhecida como uma ferramenta de sedução visual.
Autor: Ornado José
Case - Camarão Box
Case Camarão Box
Por: Ornaldo José Lisboa Leite
O design na identidade visual de uma instituição, deve revelar a importância de uma imagem bem representada no reconhecimento da sociedade.
O processo de construção de imagem corporativa exige ações da empresa que estejam ligadas alinhadas com seu valores, sua missão e o seu posicionamento, devendo tranmiti-los ao mercado e aos consumidores de uma maneira integrada e unificada.
Para a Camarão Box, foi visto a necessidade de um design que trouxesse seus objetivos ligados a uma imagem clara e simples, e que representesse bem o seu papel perante a sociedade.
O estudo de caso a seguir mostra como a Camarão Box, conhecida empresa brasileira do ramo de restaurantes, utiliza o design gráfico na construção de sua imagem coorparativa e consegue consolidar-se no mercado Cearense, aumentando a sua participação e expandindo-se no nosso mercado, obtendo crescimento da rede de lojas e franquias e agregando valor à sua marca e seus produtos.
O POSICIONAMENTO DA CAMARÃO BOX
A empresa desde a sua fundação, sempre procura utilizar com alicerce na construção de sua imagem corporativa o seu posicionamento relacionado a questão fast-food.
A sua imagem se utiliza de aspectos culturais e regionais do nordeste, que é o humor, o lúdico, sempre disposta a agradar e encantar as pessoas, seu logotipo já em formato mascote representado aqui por um camarão bem humorado, vem ainda mais firmar isso.
Mesmo que as ações de marketing estejam focadas na comunicação dos produtos e de seus atributos tangíveis, a imagem corporativa percebida pelos consumidores continuará a ser norteada pela idéia de algo agradavel, pela sua forte associação ao humor e aconxego.
FIGURA 01 - Logotipo da Rede Camarão Box
A Implantação do Design no Planejamento Estratégico.
Por: Ornaldo José
As empresas que favorecem a atuação do design gráfico geralmente são aquelas que se adiantam em relação às mudanças ou pressões do ambiente de mercado em suas atuações, optando estrategicamente por alocar recursos prevenindo-se de futuras situações indesejáveis, buscando atingir as suas metas.
Neste cenário um dos grandes problemas enfrentados no Brasil para se implantar o design gráfico como ferramenta no planejamento estratégico de uma empresa é a falta de uma política de design nacional eficiente. Por este motivo muitas organizações e sociedades industriais formaram-se sem o uso pelo menos consciente dos conceitos de design, de uma forma sistemática. Por este motivo ficando difícil, nestes casos, de entender como o design, de um modo geral, deve desempenhar um papel importante nessa sociedade, já que a educação e a cultura que se formaram não estimulam a aplicação do design em larga escala. Sendo assim, uma das maneiras para reverter essa situação seria a implantação de uma política de design, necessária para que as empresas possam competir no mercado global. Sociedades como os EUA, Japão e Alemanha foram pioneiras no uso do design.
Desde, então, o design utilizado de maneira estratégica tornou-se fundamental nas suas gestões estratégicas empresariais, pois é uma das principais maneiras de se obter o tão almejado diferencial competitivo que por conseqüência traz uma maior participação de mercado.
Alem disso, outro fator que dificulta a implantação do design gráfico no planejamento estratégico é a inexistência de uma cultura de design desenvolvida na sociedade brasileira. Isso faz com que a sociedade em geral não se dê conta da importância dessa ferramenta, por puro desconhecimento e falta de informação, desmerecendo o designer e a própria atividade, por considerá-la supérflua e de fácil execução.
Experiências comprovam que os gestores empresariais possuem um posicionamento ainda cético com relação à real necessidade do design gráfico, embora muito da cultura da sua necessidade já tenha sido estabelecida.
BONSIEPE (1997) crê que, em países como o Brasil, o design não é uma preocupação latente no planejamento estratégico das empresas. Neste contexto, ele precisou ser promovido, através de organismos e instituições preocupadas em valorizar o papel da atividade no desenvolvimento industrial, buscando superar um estilo tradicional de gestão fortemente arraigado nas empresas nacionais.
Portanto, para que o design gráfico incorpore a realidade de uma empresa, torna-se necessário inicialmente, abrir a mente da corporação para novos conceitos. Dessa forma é preciso deixar de lado antigos hábitos para partir para a inovação (ingrediente essencial da competitividade). Assim sendo de nada adianta desenvolver um excelente programa de design gráfico visando tornar a imagem corporativa forte, se os próprios funcionários não são treinados para lidar com isso. Nesse sentido uma maneira de incorporar a importância do design gráfico no dia a dia da empresa é promover o uso de uniformes, o desenvolvimento da papelaria da empresa bem como o seu uso adequado, mantendo uma unidade visual com a marca e o projeto de sinalização interna, além dos demais elementos da identidade corporativa.
Para que uma empresa tenha o design gráfico incorporado em sua estratégia competitiva, este deve ter sido definido em seu planejamento estratégico. Para isso, devem-se observar três questões fundamentais: definir claramente qual o negócio e os objetivos da organização, traçar metas quantificadas de crescimento e lucro e tornar clara sua identidade corporativa e seu posicionamento no mercado.
Após atenuar para essas questões, deve-se definir um planejamento estratégico, o qual deverá definir as metas a ser atingidas, verificar se o projeto apresentado está de acordo com as exigências e expectativas do mercado e quais são os recursos financeiros, tecnológicos, humanos (dentre outros) disponíveis. Finalmente, é importante introduzir os conceitos de design gráfico passo a passo dentro da filosofia e cultura de trabalho da organização e desenvolver o processo de trabalho do design gráfico como um diálogo entre diversas áreas de conhecimento que devem agir integradas (engenharia, produção, vendas, marketing).
Observa-se que após a implantação do design gráfico no planejamento estratégico de uma empresa, é necessário fazer a sua gestão, buscando a satisfação dos clientes para tornar a empresa mais competitiva, já que se constatou que o desempenho de uma empresa tem relação direta com o modo como os seus processos são gerenciados.
Por se tratar de uma atividade interdisciplinar, o design obterá mais facilmente êxito em empresas onde a integração organizacional prevaleça.
Dessa forma, ambientes heterogêneos e mutáveis exigem de uma empresa um sistema organizacional flexível para reagir com habilidade a eles. Neste contexto administrativo, o design possui maiores possibilidades de desenvolver suas potencialidades junto a outras áreas, como os setores de produção, da engenharia e do marketing. Do contrário, em corporações cuja estrutura é burocrática, o design encontrará grandes dificuldades de implantação. MAGALHÃES (1997) afirma: “para que o design tenha as condições necessárias para se desenvolver dentro da empresa, o ambiente deve permitir uma integração organizacional”.
É fato que as grandes corporações possuem departamento interno de design, o qual é interligado a outros setores. Outra opção que as corporações têm é a terceirização do setor de design, deixando a cargo de empresas especializadas o gerenciamento de sua identidade e imagem corporativas. Por fim, é importante ressaltar a relação custo-benefício satisfatória que o design gera para as empresas.
É fato que as empresas que incorporaram o design gráfico em seu processo de trabalho tornaram-se líderes de mercado e referência no segmento em que atuam.
Autor: Ornaldo José Lisboa Leite
O Design e o Sucesso
É o design fator primordial de sucesso?
Um dos principais argumentos contra a disseminação e valorização do design no amplo universo empresarial, reside no fato que o mercado está cheio de exemplos de grandes e conceituadas empresas que se fazem utilizar de design de fraca qualidade.
Este, é assim, o argumento de peso contra o design, pois se a empresa é grande, conceituada e utiliza design de qualidade duvidosa, então o design não é um fator primordial de sucesso.?!
O design não é um fator primordial, assim como o trabalho árduo não o é, da mesma forma que a competência também não o é, pois vejamos; existe tanta gente que não trabalha duro e tem sucesso, existe tanta gente incompetente que o tem. Na verdade, o design, só é fator primordial de sucesso para a empresa que presta serviços de Design, para todas as outras, é apenas mais um fator preponderante, da mesma forma que um bom panejamento fiscal, ou uma boa gestão financeira o é, ou da mesma forma que uma equipe de vendas bem estruturada e dirigida é. Temos assim, que o design não é um fator primordial mas sim um fator preponderante.
Resta agora ponderar sobre o peso e impacto que cada um dos fatores preponderantes de sucesso que tocam o exercício de uma atividade, devem ser alvo de atenção e investimento, e aqui entra a estratégia e o posicionamento que cada empresa adota e quer implementar em função do mercado e concorrência.
Assim, estaremos a falar de marketing, ao determinar o posicionamento e as vantagens competitivas da empresa, e se no decorrer deste processo se sentir que existe necessidade de comunicar com o mercado alvo, melhor a apresentação do produto, criar informação sobre o produto, mudar a "cara" da empresa, então estamos com toda a certeza a falar de design, enquanto instrumento de comunicação, e se o objetivo é comunicar então isso terá de acontecer de forma eficaz, ou seja; com bom design.
Traçando um paralelo entre a atitude empresarial que premeia a contratação de serviços de design de qualidade duvidosa e as atitudes de gestão comercial por parte dos mesmos empresários, não será difícil encontrarmos o seguinte cenário; a empresa tem um grande contrato que está sendo negociado, quem é que geralmente esta envolvido nesse processo; obviamente os principais diretores ou até o presidente da empresa, ou seja, a empresa está deslocando esforços efetivos mediante a definição clara e objetiva de uma possibilidade de negócio!!!! Nada de mais? tudo de mais!!!!
Especialmente quando isto define uma forma de estar e padrão gerencial de só tratar com a devida importancia as oprtunidades que de facto dessa forma se apresentam, clara e inequivocamente, agindo relativamente a todo o resto com a displiscencia quotidiana, que permeia por exemplo a contratação de um qualquer vendedor, pelo menor custo, para visitar potenciais clientes, da mesma forma que se contrata um qualquer design para se comunicar com potenciais clientes, mais uma vez a empresa só se aplica quando vislumbra uma possibilidade de negócio efetiva, tomando como modelo de atuação uma inconsequente inversão de papeis, no que toca ao comportamento de clientes e vendedores em mercados.
Isto talves possa ser explicado pela falta de crença no negócio, partindo do pressuposto que o problema está no mercado, na economia, enfim, o problema está sempre fora da empresa, quando o problema está justamente na empresa, pois em se tratando de uma atividade econômica enquadrada num setor de atividade mais ou menos bem definido, para uns estarem faturando menos existirão outros faturando mais, sendo assim o problema não será conjuntural e externo, mas estrutural e interno.
Mesmo quando se tratam de setores de atividade, em que a oferta claramente suplanta a demanda, encontramos empresas que mantêm índices de crescimento sustentado, ou seja empresas que vivênciam o mesmo mercado e se mantêm em crescimento, justamente porque a procura se movimenta para a melhor oferta global, e hoje cada vez mais se procura valor agregado, valor global de negócio, que extravasa a "unidade" de produto ou serviço vendido.
O design, não é a única solução, mas com toda a certeza fará parte da solução de uma empresa responsável com a atitude e visão estratégica, mas acima de tudo com crença no que pode oferecer ao mercado, ou seja, consciente do seu papel e espaço no mercado, preocupada em crescer. Não fará sentido desenvolver esforços e acreditar em sucesso pleno, sem considerar o design, como elemento primordial de definição de personalidade, de forma de estar e ser percebido no mundo empresarial.
O design é assim uma variavél de sucesso, que é tão ou mais importante em função das outras variavés que compoêm a equação e assim definem o tamanho e a imporatncia de um negócio, como um todo.
Um dos principais argumentos contra a disseminação e valorização do design no amplo universo empresarial, reside no fato que o mercado está cheio de exemplos de grandes e conceituadas empresas que se fazem utilizar de design de fraca qualidade.
Este, é assim, o argumento de peso contra o design, pois se a empresa é grande, conceituada e utiliza design de qualidade duvidosa, então o design não é um fator primordial de sucesso.?!
O design não é um fator primordial, assim como o trabalho árduo não o é, da mesma forma que a competência também não o é, pois vejamos; existe tanta gente que não trabalha duro e tem sucesso, existe tanta gente incompetente que o tem. Na verdade, o design, só é fator primordial de sucesso para a empresa que presta serviços de Design, para todas as outras, é apenas mais um fator preponderante, da mesma forma que um bom panejamento fiscal, ou uma boa gestão financeira o é, ou da mesma forma que uma equipe de vendas bem estruturada e dirigida é. Temos assim, que o design não é um fator primordial mas sim um fator preponderante.
Resta agora ponderar sobre o peso e impacto que cada um dos fatores preponderantes de sucesso que tocam o exercício de uma atividade, devem ser alvo de atenção e investimento, e aqui entra a estratégia e o posicionamento que cada empresa adota e quer implementar em função do mercado e concorrência.
Assim, estaremos a falar de marketing, ao determinar o posicionamento e as vantagens competitivas da empresa, e se no decorrer deste processo se sentir que existe necessidade de comunicar com o mercado alvo, melhor a apresentação do produto, criar informação sobre o produto, mudar a "cara" da empresa, então estamos com toda a certeza a falar de design, enquanto instrumento de comunicação, e se o objetivo é comunicar então isso terá de acontecer de forma eficaz, ou seja; com bom design.
Traçando um paralelo entre a atitude empresarial que premeia a contratação de serviços de design de qualidade duvidosa e as atitudes de gestão comercial por parte dos mesmos empresários, não será difícil encontrarmos o seguinte cenário; a empresa tem um grande contrato que está sendo negociado, quem é que geralmente esta envolvido nesse processo; obviamente os principais diretores ou até o presidente da empresa, ou seja, a empresa está deslocando esforços efetivos mediante a definição clara e objetiva de uma possibilidade de negócio!!!! Nada de mais? tudo de mais!!!!
Especialmente quando isto define uma forma de estar e padrão gerencial de só tratar com a devida importancia as oprtunidades que de facto dessa forma se apresentam, clara e inequivocamente, agindo relativamente a todo o resto com a displiscencia quotidiana, que permeia por exemplo a contratação de um qualquer vendedor, pelo menor custo, para visitar potenciais clientes, da mesma forma que se contrata um qualquer design para se comunicar com potenciais clientes, mais uma vez a empresa só se aplica quando vislumbra uma possibilidade de negócio efetiva, tomando como modelo de atuação uma inconsequente inversão de papeis, no que toca ao comportamento de clientes e vendedores em mercados.
Isto talves possa ser explicado pela falta de crença no negócio, partindo do pressuposto que o problema está no mercado, na economia, enfim, o problema está sempre fora da empresa, quando o problema está justamente na empresa, pois em se tratando de uma atividade econômica enquadrada num setor de atividade mais ou menos bem definido, para uns estarem faturando menos existirão outros faturando mais, sendo assim o problema não será conjuntural e externo, mas estrutural e interno.
Mesmo quando se tratam de setores de atividade, em que a oferta claramente suplanta a demanda, encontramos empresas que mantêm índices de crescimento sustentado, ou seja empresas que vivênciam o mesmo mercado e se mantêm em crescimento, justamente porque a procura se movimenta para a melhor oferta global, e hoje cada vez mais se procura valor agregado, valor global de negócio, que extravasa a "unidade" de produto ou serviço vendido.
O design, não é a única solução, mas com toda a certeza fará parte da solução de uma empresa responsável com a atitude e visão estratégica, mas acima de tudo com crença no que pode oferecer ao mercado, ou seja, consciente do seu papel e espaço no mercado, preocupada em crescer. Não fará sentido desenvolver esforços e acreditar em sucesso pleno, sem considerar o design, como elemento primordial de definição de personalidade, de forma de estar e ser percebido no mundo empresarial.
O design é assim uma variavél de sucesso, que é tão ou mais importante em função das outras variavés que compoêm a equação e assim definem o tamanho e a imporatncia de um negócio, como um todo.
Algumas dicas para fazer sua empresa aparecer nas redes sociais.
Facebook, Twitter, Google+. Não tem jeito de ficar parado no mundo das plataformas sociais. Com novas interações e possibilidades a cada dia, os usuários dessas mídias estão propensos a fazer publicidade e até comprar o seu produto. “As redes sociais são ferramentas de comunicação extremamente versáteis”, justifica Edney Souza, coordenador do curso de Educação Executiva em Redes Sociais da Trevisan Escola de Negócios.
Mais do que uma ferramenta para o marketing, todas essas plataformas podem ser úteis para construir a imagem da sua empresa e se conectar com novos públicos. “Com as redes sociais, a web é agora um lugar onde você vê o que o seus amigos estão fazendo. Produtos e ideias se movimentam de forma viral através das suas próprias conexões”, explica Andreas Ramos, diretor de estratégia de busca da Acxiom.
Seja com vendas pelo Facebook ou atendendo clientes pelo Twitter, toda empresa deve ter ao menos um perfil para estar ao alcance dos consumidores. “Você pode vender, atender dúvidas e resolver problemas, basta saber exatamente como estas pessoas se expressam”, ensina Gustavo Pereira, gerente da filial da Dinamize no Rio de Janeiro. Mais do que tentar vender, é importante fazer a manutenção da marca. “Todas essas ferramentas, sem exceção, podem e devem ser usadas como canal de relacionamento”, defende Rafael Kiso, diretor de novos negócios da Focusnetworks.
Mais do que uma ferramenta para o marketing, todas essas plataformas podem ser úteis para construir a imagem da sua empresa e se conectar com novos públicos. “Com as redes sociais, a web é agora um lugar onde você vê o que o seus amigos estão fazendo. Produtos e ideias se movimentam de forma viral através das suas próprias conexões”, explica Andreas Ramos, diretor de estratégia de busca da Acxiom.
Seja com vendas pelo Facebook ou atendendo clientes pelo Twitter, toda empresa deve ter ao menos um perfil para estar ao alcance dos consumidores. “Você pode vender, atender dúvidas e resolver problemas, basta saber exatamente como estas pessoas se expressam”, ensina Gustavo Pereira, gerente da filial da Dinamize no Rio de Janeiro. Mais do que tentar vender, é importante fazer a manutenção da marca. “Todas essas ferramentas, sem exceção, podem e devem ser usadas como canal de relacionamento”, defende Rafael Kiso, diretor de novos negócios da Focusnetworks.
Não fique parado
Se a sua empresa ainda não tem presença virtual, é hora de começar. Para os especialistas, não basta pensar fora da caixa. É preciso inovar em várias frentes. “A empresa tem que olhar suas métricas e seus consumidores para ver onde eles estão e estar por perto”, sugere Ramos. Mas não adianta fazer um novo perfil hoje para abandoná-lo no final do dia. “Não interessa o que você vai fazer, já planeje uma mudança para os próximos seis meses”, diz Ramos.
Foque em objetivos
Quase todo mundo já sabe que é possível divulgar produtos, atender reclamações e até vender pelas redes sociais. Mas, antes de começar, é importante ter um planejamento. “O principal ponto que a empresa deve perceber é o objetivo que ela deseja alcançar. Eu recomendo começar pela conceituação de produto e, em seguida, estabelecer uma equipe de SAC. Com isso bem estabelecido, vender será consequência”, afirma Pereira. Antes de qualquer coisa, saiba todos os detalhes da rede que pretende usar e estude o público-alvo.
Tenha uma estratégia para internet
Um ponto importante é não colocar as mídias sociais no mesmo espaço que outras mídias. “O maior erro é pensar que as redes sociais são como as mídias tradicionais. Este é um erro recorrente porque existem centenas de livros e milhares de sites dizendo que elas são iguais”, defende Ramos.
Fonte: Exame
http://exame.abril.com.br/pme/noticias/20-dicas-para-fazer-sua-empresa-aparecer-nas-redes-sociais?page=6&slug_name=20-dicas-para-fazer-sua-empresa-aparecer-nas-redes-sociais
Foque em objetivos
Quase todo mundo já sabe que é possível divulgar produtos, atender reclamações e até vender pelas redes sociais. Mas, antes de começar, é importante ter um planejamento. “O principal ponto que a empresa deve perceber é o objetivo que ela deseja alcançar. Eu recomendo começar pela conceituação de produto e, em seguida, estabelecer uma equipe de SAC. Com isso bem estabelecido, vender será consequência”, afirma Pereira. Antes de qualquer coisa, saiba todos os detalhes da rede que pretende usar e estude o público-alvo.
Tenha uma estratégia para internet
Um ponto importante é não colocar as mídias sociais no mesmo espaço que outras mídias. “O maior erro é pensar que as redes sociais são como as mídias tradicionais. Este é um erro recorrente porque existem centenas de livros e milhares de sites dizendo que elas são iguais”, defende Ramos.
Pareça uma grande empresa
Muitas empresas de pequeno porte são mais ativas na internet do que grandes empresas. Intensificar a presença nas redes sociais ajuda a consolidar a marca. Uma forte estratégia pode ajudar seu negócio a aparecer em todos os lugares que seu público estiver. “Isso faz a pequena empresa parecer uma grande empresa”, diz Ramos.
Busque um especialista (ou não)
Para quem não tem noção nenhuma de internet e redes sociais, um especialista em mídias digitais pode ajudar bastante, principalmente na área estratégica. “Para as pequenas empresas é recomendado que o próprio empreendedor busque conhecimento e faça cursos para poder gerenciar a operação. Mas isso não impende que ele contrate uma empresa especializada para ajudá-lo na estratégia”, explica Kiso. Para Ramos, a figura do dono gerenciando as redes é essencial. “As pessoas geralmente não compram de empresas, mas de pessoas que elas conhecem”, diz. “Ninguém conhece negócio melhor do que o dono nem tem o cuidado necessário com os clientes”, completa Kiso.
Deixe os consumidores criarem
Encorajar a participação de fãs e seguidores é uma estratégia para fazer com que as outras pessoas falem da sua empresa. “Deixe os consumidores definirem e modificarem a mensagem da sua marca. Eles vão falar sobre a empresa de maneiras que você nunca imaginaria”, sugere Ramos.
Crie um canal de mão dupla
Não monopolize a comunicação. Os perfis que só falam da empresa e divulgam promoções tendem a se tornar chatos e começam a ser ignorados pelos seguidores. “A comunicação neste ambiente é controlada pelos consumidores, não pelas marcas. A empresa tem que ficar muito atenta para não criar uma comunicação de mão única e sim um ambiente de diálogo aberto”, ensina Pereira.
Tenha uma página no Facebook
Na rede criada por Mark Zuckerberg é mais fácil customizar a página e desenvolver ferramentas especializadas, como lojas virtuais integradas ao perfil. “O Facebook pode ser usado como centralizador das conversas e conteúdos sociais”, explica Kiso. É possível criar uma página para a empresa e também para produtos que tenham públicos muito variados. “É melhor ter 10 mil fãs dentro do seu público-alvo do que dois milhões de pessoas que não ligam para a sua empresa”, defende Ramos. O Facebook ainda oferece uma plataforma de publicidade e relatórios para monitorar as métricas de engajamento.
Fique de olho no Linkedin
Além de ser um canal de relacionamento, o Linkedin é uma ferramenta de recrutamento excelente. “A rede é ótima tanto para encontrar profissionais quanto para divulgar vagas, além de permitir a criação de grupos para trocas de informações profissionais”, diz Souza. Participar dos grupos de discussão é uma estratégia para criar novas conexões de trabalho. “As empresas devem usar essa rede para recrutar pessoas e também para conquistar novos negócios, pois muitos tomadores de decisão estão lá. Eles provavelmente não te aceitarão no Facebook, mas no LinkedIn é possível”, conta Kiso, da Focusnetworks.
Não subestime o Youtube
O site de vídeos pode parecer distante das outras redes e dos pequenos negócios. “Muitos não percebem o poder do Youtube. As pessoas preferem ver vídeos na internet, por isso, pequenos vídeos de produtos são ótimas formas de falar sobre a empresa”, ensina Ramos. Além disso, encoraje os participantes a enviarem manifestações na página da empresa. “Quem faz esses vídeos espalha para os amigos e você consegue publicidade boca a boca de graça”, complementa.
Esteja antenado a novos ambientes
A cada dia surgem inovações nas redes que já existem e criações de novas plataformas de relacionamento. Esteja atento a esses movimentos para não perder tempo de estar onde o seu cliente está. Uma das mais recentes apostas da área é o Google+, criado pelo Google. “O Google+ surge como um grande rival do Facebook, mas ainda é muito cedo para julgar sua potencialidade”, opina Kiso.Fonte: Exame
http://exame.abril.com.br/pme/noticias/20-dicas-para-fazer-sua-empresa-aparecer-nas-redes-sociais?page=6&slug_name=20-dicas-para-fazer-sua-empresa-aparecer-nas-redes-sociais
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